Excessos, contrastes e ousadias

O mix de inspirações que marca esta temporada do SPFW prova, mais uma vez, que a ordem na moda é buscar referências que fazem sentido para cada um. Não que isso seja novidade – a tal democracia fashion –, mas levar em conta o bom gosto e o style é regra número 1 para sentir-se bem e exibir looks elegantes, sem se preocupar tanto com as maxitendências. Os estilistas compravam essa máxima. Nas apresentações de sexta e sábado, tecidos como náilon, jérsei, veludo de seda, renda, cetim, musselina de seda e organza, entre outras tramas desejadas, apareceram nas composições de Huis Clos, Ellus e Triton com maestria.


As estampas também desfilaram charmosas e sofisticadas, ora digitais, como os prints inspirados no Deserto do Atacama e na Patagônia de Pedro Lourenço, ora artesanais, como as de R.Rosner.

Alexandre Herchcowitch propôs um novo olhar sobre o clássico e, como ele mesmo comentou, fez um exercício de inovação, ousando com versões de dourado combinadas com o minimalismo das formas, numa coleção invernal sofisticada e marcada pela criatividade.

Já Waldemar Iódice mergulhou no universo retratado por Gianni Versace no livro Rocky and Royalty e convida a um inverno repleto de notas afiadas, como os vestidos curtos sem cintura marcada e o uso de materiais metalizados, como paetês e fios de lurex.

O preto, clássico dos dias frios, ganhou consagração nas passarelas de Reinaldo Lourenço e Ellus e dividiu espaço com o vermelho, outra cor hit para a estação. Samuel Cirnansck exibiu composições de festa como joias, enquanto Mario Queiroz investiu na alfaiataria cheia de charme. Aqui os restantes

Fonte: ftp.agenciafotosite.com.br

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