#MANUAL: clássicos atualizados

#MANUAL: clássicos atualizados - Fashion Blog

Você já sabe a diferença entre os sapatos clássicos e os que batizei de híbridos? Antes de começar a ler esta preview do que em breve será o Manual de Estilo Raphael Steffens, que tal dar uma olhada no post do Style for Man,  que assino aqui ?

Vale lembrar que tudo o que comentamos aqui no blog, está replicado no meu Facebook e Instagram , reforçando nossos conceitos. Esteja logado e ligado e, à propósito, já curtiu @raphael_steffens hoje?

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No post “Dê sua cara ao inverno”comentamos conceitos de clássico, casual e descolado, além dos híbridos. Com tanta informação – boa e péssima – rolando na web, vamos contar História dos 4 modelos que tem sido um verdadeiro laboratório para os calçados contemporâneos.

 

– Clássicos:

1 – Oxford:

Foi desenvolvido na Inglaterra do século XIX como uma low boot usada pelos estudantes da Universidade de Oxford. No século XX tornou-se o sapato formal mais conceituado nos altos escalões dos homens de negócios. Conhecido também como Balmoral, é considerado o mais elegante e tradicional sapato masculino.

2 – Loafer:

Até os anos 1920, calçados como os loafers (mocassins) eram usados apenas dentro de casa. Quando foram adotados pelos americanos por volta dos anos 1950, caíram no gosto dos jovens estudantes. Em 1966 a Gucci lançou seu modelo no qual, peças de metal reproduzindo um estribo foram inseridas onde os estudantes dos anos 1950 usavam a moeda de um penny e o calçado era o penny loafer. Graças aos americanos, hoje, em couro ou híbrido, é considerado um sapato para ser usado com terno.

3 – Derby:

Derivado de calçado militar europeu, o Derby que tem uma amarração totalmente original do século XIX que é mantida até hoje, ganhou status de sapato que, em tons escuros como preto e marrom, pode ser usado em ocasiões formais. Pelo conforto que proporciona, caiu nas graças de executivos com agenda lotada.

4 – Brogue:

Com origens casuais na Escócia do final do século XIX, era usado nas caçadas de patos. Os furinhos originais tinham a função de escoar a água do calçado. Com o passar do tempo, ganhou status formal e tornou-se, a partir dos anos 2000 a primeira peça do closet masculino a ganhar intervenção híbrida com adição de material tecnológico.

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Modelo clássico do Alto-Inverno 2015 Raphael Steffens

 

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A ascensão do estilo do terno curto e justo, criado e consagrado pelo americano Thom Browne – como já mostramos várias vezes neste blog – gerou uma revolução nos costumes masculinos o que refletiu diretamente não apenas no sobe e desce de bainhas, mas também na exibição dos calçados e novos usos para os tênis.

Tudo pode? Conforme viemos dialogando, tudo depende da aprovação da sua empresa. Sair de terno e tênis depois do expediente é estilo que mais e mais lota barzinhos e restaurantes depois do batente. Se liga e qualquer dúvida lembre-se de que @raphael_steffens e o Style for Man respondem.

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